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Seja bem-vindo ao Evidences RPG. Já parou para imaginar uma Universidade Bruxa? A época de transição dos personagens da adolescência para a vida adulta. Misturado com suspense e drama, esse RPG mostra o mundo de J.K. Rowling visto por outra perspectiva. Junto com magia e suspense, Poor Caravell é uma ex-fortaleza para refúgio de guerra que guarda muitos segredos. Assassinatos, pistas, anagramas. Sua resolução? Não há. Quem terá de ser o detetive, desvendar as pistas e ver o que há por trás de vários assassinatos nesta Ilha, não será só o seu personagem, mas você também. Venha desvendar o jogo de códigos.
25/12/49
Tarde
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Ano: 2049
Dia da Semana: Sexta-Feira
Mês: Dezembro
Lua: ------
Estação: Inverno
Previsão do Tempo e Ações do Período: A neve volta a cair sobre os terrenos da PCU. Um vento gélido sopra na direção sul, pouco convidativo a sair das Fraternidades. Finalização das ações da Manhã.
Duração do Período: 06 de Maio até 20 de Maio.
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 Weasley, Alex Hugo

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AutorMensagem
Alex Hugo Weasley
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MensagemAssunto: Weasley, Alex Hugo   Qua Fev 11, 2009 6:34 pm

The Player Behind The Character__
Player: Alex
Idade: 18
Cidade: Beautiful City! RJ
Já jogou com a Equipe Dissendium antes? Hum... pergunta díficil! Muito cedo para eu pensar nisso, ahhh... rsrs
Como descobriu o Poor Caravell? Essa é fácil, correio coruja! O.O
The Character__
Important things about
Nome Completo: Alex Renèior Hugo Ronald Weasley
Idade: 20
Data de Nascimento: 01 de Agosto de 2029
Nacionalidade: Inglês
Particularidade: Animagia Ilegal _ Leão
Photoplayer/Avatar: Brendan Fraser
Family and Others
Filiação:
Pai: Hugo Ronald Weasley;
Mãe: Aime Journder Yoir Renèior Weasley

Irmãos: Até o momento não!
Outros Familiares: Hum... bom minha família é meio grande
Família (em caso de Herdeiros/Tradicionais):
Membros da Família Weasley, Potter e alguns da Malfoy também, ao menos por enquanto. São muitos para pô aqui. Muitos primos, tios e etc.

Fears & Defects
Manias: Normalmente eu digo que não possuo manias nenhumas, mas já que é para ser sincero, vamos lá. Pensando bem eu costumo ficar enrolando o cabelo com o dedo, bem como também tamborilar os dedos na mesa ou outra superfície. Hum, acho que são só essas minhas manias.
Qualidade: Cada pergunta que aparece heim!? Vamos lá, aprecio muito a sinceridade, por isso tendo a ser ao máximo. Observação, atenção, paciência e preocupação com aqueles que eu gosto, bem como os que não gosto também, mas enfim, são algumas das qualidades que melhor me definem.
Defeitos: Não ser perfeito serve? Rs, brincadeirinha! Vejamos, um pouco ciumento, a preocupação com os outros torna-se também um defeito, visto que muitas vezes as vontades das outras pessoas se sobresaem as minhas e por isso me sacrifico muito pelos outros sem ao menos saber por quê. Isso na maioria das vezes me deixa esgotado, frustado, desanimado, mas por último feliz por poder ajudar. Isso faz sentido? Sei lá!
Medos: Machucar alguém próximo, seja física ou emocionalmente. Também tenho medo de fazer as escolhas erradas na vida, escolhas estas que eu possa me arrepender futuramente.
Sonhos: Ser feliz algum dia ao lado de alguém que me ame de verdade. Ter filhos(?). Visitar o Brazil. Ouvir uma declaração de amor na frente de muitas pessoas, que me faça chorar de felicidade ou emoção de tão bonita que é(?). Conhecer medi-bruxos famosos. Voar de aviãn trouxa um dia. Salvar a vida de alguém. Acho que por enquanto só.
Aspirações: Conseguir me tornar um dos melhores Medi-bruxos ou médicos, no vocabulário trouxa, do mundo. Descobrir novas fórmulas mágicas para coisas antes remediavelmente impossíveis, contribuindo assim para o mundo mágico e talvez não mágico também.
School Years
Academia de Magia: Hogwarts School of Witchcraft and Wizardry
Casa/Associação: Gryffindor
Méritos Escolares:
Goleiro
Curso desejado: Medi-Bruxo
NIEM's obtidos nas matérias do Curso (23 pontos de distribuição,
mínimo 1, máximo 5):

Poção: 6
Herbologia: 5
Tranfiguração: 6
Feitiços: 6

Fraternidade desejada: Ômega Kappa
What doesn't kill you makes you stronger
Atributos pessoais (43 pontos de distribuição, máximo 8, mínimo 1)
Força Física6
Inteligência 7
Agilidade 7
Reflexos 5
Equilibrio 5
Influência 8
Popularidade 5
Making a Memory
História do Personagem, mínimo de 30 linhas, da infância á Faculdade.

Pessoas eu estou reescrevendo a história do Alex, então por favor tenham paciência ok?
Então: A Editar...
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Alex Hugo Weasley
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MensagemAssunto: Re: Weasley, Alex Hugo   Qua Fev 11, 2009 9:52 pm

The Character__


Making a Memory


Capítulo 1
> Uma boa parte de minha vida


O que posso dizer? Fui privilegiado, apenas isso. Por quê? Simples, primeiro porque nasci numa família maravilhosa, tenho pais que me amam, primos e tios, e coloca primo nisso, são muitos que até chego perder a conta de tanto que são. Nem me fale quando todo mundo se reuni, nossa, são tantos para falar e cumprimentar que a gente até fica tonto; segundo por que tive a oportunidade de estudar na melhor escola de magia e bruxaria de todos os tempos, Hogwarts. Ela foi, é e continuará por muito tempo a ser a melhor, indiscutível isto. Lá eu pude conhecer bons amigos, criar vínculos que mais tarde, segundo eu constataria, seriam difíceis ou até mesmo impossíveis de se quebrar. E até conheci amores e amores; por último por que faço parte em uma das famílias mais faladas de toda a Europa ou mundo, os Weasley, é nem tanto assim como os Potter, mas como nós somos parentes, também sou incluído aí né?

Hoje eu tenho só 20 aninhos de felicidade e tristeza, devo admitir. Felicidade porque passei inúmeros momentos indescritíveis. Começo a rir só de lembrar. Quantas vezes aprontei com aqueles pestinhas dos meus primos marotos e nossos amigos também. Sem falar nas peripécias na casa do Grito e nossa animagia! Nessa parte da felicidade devem ser incluídas também quando eu a encontrei, Joy McCloove, meu primeiro amor e namorada. Nossa, foram perfeitos momentos, perfeita época aquela. Quando fecho os olhos posso voltar no tempo e revivê-los, sabe? Muito bom. Um tempo depois também incluo Graziele Pellegrini, ela me tirou de um emanado de dúvidas e decepções, me devolveu a alegria, me mostrou o quão é importante viver e os benefícios que temos de tudo isso, o quanto sou grato por ela, vocês nem imaginam, mas apesar disso tudo, ela me afundou em outras dúvidas também, isso nos leva a parte das tristezas. Tristeza porque eu não sou perfeito, então é claro que minha vida também não é. No final do sexto ano eu perdi a minha namorada, a Joy, sofri muito com isso. No sétimo, eu fui um pouco ignorado pelos meus amigos e primos, minha família, ao menos era o que eu achava. Também no sétimo eu me aproximei das artes das trevas devido ao meu gosto por runas e um professor em especial e foi nesse mesmo ano que começava a entrar em depressão, em desânimo, comecei a pensar que eu não valia para nada. Nem sabia por que estava respirando. É, a coisa foi séria mesmo, mas graças a meu Merlim que tudo deu certo.

Bom, contei uma boa parte de minha vida, claro que tudo é resumido, é apenas um, digamos, prólogo. Tenho muito mais coisas para contar e dividir. Como quais? Ah, aquelas! Quem são meus pais? Meus primos? Como conheci a Joy e a Graziele? Como assim elas me ajudaram? Ah... esse tipo de coisas e muitas outras, você sabe. Meu Merlim, eu aqui distraído, papeando com vocês e já se foram três parágrafos. Deixa eu ir começar minha narração de uma vez, antes que vamos para o quarto!

Capítulo 2
> Do casulo ao mundo


Meu nome é simples como a natureza ou a máquina que está usando para ler esta pequena história. Chamo-me Alex, Alex Renéior Hugo Ronald Weasley, mas pode me chamar só de Alex que eu fico por demais satisfeito. Como pode perceber, ou não, faço parte da grande família Weasley, filho de Hugo Weasley, neto de Ronald Weasley e sobrinho-neto de Harry Potter. As nossas famílias estão por demais entrelaçadas, por isso nem me peçam para explicar aqui, certo? Bom, continuemos. Minha mãe se chama Aime. Acho que isso já é um bom começo de história, deixa eu continuar escrevendo antes que eu mude de idéia e apague este parágrafo inteiro ou ainda defenestro ele, sei lá eu sou meio maluco. Rs, brincadeirinha.


O início da minha vida é normal, meu pai, um auror do ministério inglês, que de férias na França conheceu uma linda jornalista e lá se apaixonaram. O resultado anos depois foi casamento e o meu nascimento, na Inglaterra. Cresci num ambiente sadio e próspero, nada nunca faltou para mim, graças a Merlin. Não tive contato com o mundo trouxa, visto que os meus pais eram bruxos e suas famílias também. Minha família é enorme, e talvez por isso eu quase não parasse em casa, visitando um parente aqui, outro lá. O parente que eu mais gostava de visitar era meus primos Matt, Ana, Liz. Não sei por que, mas enfim acabou sendo assim. Logo nos tornamos mais que parentes, nos tornamos amigos. Neste grupo também tinha o Luke, um amigo nosso. Nos declaramos os Novos Marotos, talvez uma homenagem aos nossos bisavôs. Olha, aprontamos diversas. Não vou mentir que muitas vezes nos aproveitamos do nosso sobrenome, confesso que na maioria das vezes, se não todas, a idéia era de Matt e Luke, os mais, ao menos naquela
época, como podemos definir, imperativos? Isso, imperativos! Ana e Liz, como boas meninas nunca faziam isso, mentira, iam com a gente também, eu, claro que não ia ficar de fora e acabava por aprontar também. Por incrível que possa parecer, a gente se dava bem muitas vezes, saia ileso a situação. É, bons tempos, boas coisas, mas tudo (ao menos um pouquinho) mudou com a entrada à Hogwarts!

Ah, o primeiro dia em Hogwarts! Posso sentir o cheiro do trem, do vapor, o
barulho da multidão nos adeus quando o Expresso partia, as mesas das casas, o chapéu seletor, as primeiras aulas, a sala comum. Nossa, tudo é tão vívido em minha mente! No Expresso tudo foi normal, ao menos para um novato. Eu estava muito ansioso e um pouco nervoso para chegar à escola. Eu e meus primos e amigos ficamos numa mesma cabine. A viagem foi tranqüila, ficamos imaginando qual casa iríamos, claro, depois de Matt e Luke conseguir sossegar dentro da cabine e as outras meninas pararem de passar no corredor toda hora a espiar pela janela. Depois ao irmos para o castelo nos barcos um aluno caiu, dizem que sempre isso acontece e graças a Merlim não fui eu! Depois a seleção foi muito legal. Todos nós ficamos esperando a professora nos chamar para entrar, tinha muitos alunos novos, ou ao menos eu pensei isso. Conheci alguns e outros vim a conhecer mais tarde. Eu e os outros fomos para a Grifinória, exceto Liz que foi para a Sonserina, talvez o lado Malfoy dela tenha se sobressaído.

Eu sempre fui meio quieto, meio tímido. É, continuei sendo por muito tempo, mas a entrada a Hogwarts me modificou muito, eu aprendi a ser mais social, a ser mais comunicativo, no entanto sempre me preocupei com os outros além do que deveria. Meus pais costumam dizer que essa época da minha vida é comparável a uma borboleta que acaba de sair do casulo e descobre um mundo lá fora. Eu descobri o meu mundo. Nossas aventuras marotas continuaram até o quinto, sétimo anos da escola, mas as freqüências com que aconteciam foram diminuindo. Eu, Matt, Ana, Liz, Luke fomos crescendo e os desejos adolescentes foram aparecendo. Logo Matt e Ana mostraram-se atraídos um pelo outro e o mesmo aconteceu com Liz e Luke, apesar de eles não falarem isso, principalmente Matt e Ana, que faziam questão de fingir que não se gostavam, ai que coisa, em vez de assumir e
pronto. E eu? Ah, eu fiquei sozinho, foi somente no quarto ano que descobri uma pérola.

Eu estava nos jardins, não me lembro que estava fazendo lá, mais uma menina me chamou a atenção, ela era muito desastrada, tropeçava em tudo, fazia muito escândalo, muito barulho, eu claro, olhei, para ver de onde vinha o barulho e fiquei deslumbrado. Foi aí que conheci Joyce McCloove. eu já tinha conhecido na biblioteca algum tempo atrás, devido aos barulhos e alguns livros que ela tinha derrubado. Mas eu pouco falei com ela, mas gostei dela logo de início. Foi somente no jardim que com todas as coragens impostas e mim que eu a pedi em namoro e para a minha surpresa que ela aceitou. Sim, eu esperava um não. Como sou pessimista, né?

Os momentos seguidos a isso foram igualáveis a perfeição, se isso é possível. Era inimaginável, eu, com uma namorada! Não que eu fosse mal ou qualquer outra coisa semelhante, mas para mim era uma novidade, era incrível. Fiquei namorando Joy durante dois anos praticamente. Lindos, perfeitos, maravilhosos dois anos. Agora nosso grupo maroto ganhou uma nova integrante, minha namorada. Tudo estava tão perfeito em minha vida que eu nem imaginava em situações ruins. Como disse, vida perfeita, namorada, amigos, primos, até minhas notas em Hogwarts estavam boas, mas isso também mudou.



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Alex Hugo Weasley
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MensagemAssunto: Re: Weasley, Alex Hugo   Qui Fev 12, 2009 12:35 am

Capítulo 3
> O começo da ruína


Eu estava no final do sexto ano, acreditava literalmente, a vida é bela. Insano engano o meu! Mas enfim, narremos. Tudo começou a mudar foi neste período. Primeiro Joy tinha desaparecido, pura e simplesmente assim. Saíra da escola antes mesmo do ano letivo terminar. Eu acordei numa bela manhã e não a vi na aula, nem no salão principal, claro que eu fui procurá-la. Pensei que estivesse na biblioteca, mas não estava, fui a outros lugares, mas nada e nada. Pedi a Ana para vê se ela estava no dormitório feminino, mas pelo visto também não estava. Comecei a ficar preocupado, quer dizer, fiquei mais preocupado do que estava. Joy não era de ficar matando aula, muito menos desaparecer assim, sem ao menos dá notícias. Foi somente no final da tarde, bem no finalzinho, quando eu estava indo em direção a sala comunal, depois de uma aula de poções, já desanimado, que descobri a verdade.

A professora me chamou um instante e eu a acompanhei pensando já no que o pessoal (Matt, Ana, Luke, Liz) tinha aprontado desta vez. Fomos até a sala dela quando ela se sentou e por fim me falou. Joy tinha voltado à França, onde ela morava com seus pais, pelo que parecia seus pais tinham sido vítimas de alguns comensais da morte que estava tentando roubar alguma coisa por lá, pelo que soube, eles sofreram sérios danos físicos. Pronto, agora a minha preocupação tinha se dobrado, e agora? Imaginava como Joy talvez tivesse se sentindo, imaginei a dor que seus pais talvez tivessem sofrendo. Aquilo me deixou muito mal, mesmo com a professora me dizendo para não se preocupar e os meus amigos também. Era inevitável. Minhas notas começaram a decair, devido à preocupação e ansiedade. Eu enviei milhares de cartas para a França, seja com a minha coruja, seja com as do corujal. Nenhuma sem resposta. Isso aconteceu durante todo o resto do ano letivo. Tinha certeza que tinha ido muito bem nos NOMS, mas meu espírito não tinha nada para se alegrar.

À volta para casa não tinha sido perfeita como nos outros anos. Eu fiquei no meu canto, quieto, sem nada falar, sem nada dizer, não tinha ânimo. O pessoal tentou me animar, mas foi em vão. Nem na cabine com os meus primos eu quis ficar, eles estavam muito... hum, felizes. Fiquei em outra cabine, com três garotas, não as conhecia de início, mas elas se apresentaram, talvez tivessem notado meu desânimo, uma menina se apresentou primeiro, seu nome era Autunm, logo depois as outras duas, Valley e Graziele, esta última ficou muito quieta, o que me fez pensar se ela estava passando por um problema similar ao meu. Tentaram saber o que estava acontecendo comigo, porque eu estava tão triste, mas eu não estava a fim de conversar, não naquele momento, talvez por isso eu tenha parecido um pouco chato e arrogante naquele dia.

Já nas férias eu quis ir à França, no entanto fui impossibilitado devido a meus pais, que estavam muito atarefados com o trabalho, então disse que não tinha problema, que eu ficava na casa de meus avôs maternos, visto que moram lá, mas a idéia não foi muito bem-vinda por meus pais. O resultado foi que eu tive de ficar sem noticiais, até o fim das férias quando Joy apareceu. Eu não sabia se ficava feliz, triste, com raiva, não sabia o que sentir, mas meus sentimentos amorosos e passivos venceram o que me fez abraçar e jorrar um pouco de lágrimas talvez por constatar que ela estava bem e pela saudade. Ela se desculpou comigo e me explicou melhor o que tinha acontecido, eu entendi e assim ficamos bem. Os pais dela estavam melhorando aos poucos. Os pais dela serem atacados por comensais me fez lembrar a noite quando uma amigo meu Derick foi atacado e quase morreu, eu nada pude fazer para ajudá-lo.

Depois que Joy voltou eu pensei que as coisas melhorariam e de fato por um
pequeno tempo melhoraram. Por fim a alegria tinha voltado a brilhar nos meus olhos, até uma festa de fim de férias na casa do meu primo teria festa essa que Joy também não apareceu. Depois as aulas começaram e eu somente vi Joy uma única vez em Hogwarts, me comunicando que iria voltar para França, que voltaria a estudar em Beauxbatons e que queria terminar comigo, eu já transtornado perguntei por que terminar, a gente podia namorar mesmo com a distância, isso não importava, mas não era esse o motivo do término. Ela me explicou, ou melhor, me disse, foram as piores palavras que eu já escutei em minha vida. Era apenas o começo da ruína.

Capítulo 4
> Do mundo ao casulo


Depois deste dia minha vida já não foi à mesma, aquela vida perfeita mencionada no inicio da nossa narração já não existia mais. A borboleta voltava ao seu casulo. Eu me fechei para o mundo, conversava pouco, estudava mais, o meu refúgio passou a ser os estudos. Meus primos já não falavam tão frequentemente comigo como anteriormente, o que fez eu concluir que não gostavam mais da minha companhia, que tinham me abandonado, fui mais além, concluí que sempre fui deixado de lado, que sempre fui deslocado, sempre o menos importante. Eu estava entrando em depressão bruxa.

Com o tempo, as únicas coisas que ainda me davam prazer era estudar runas e jogar quadribol. Eu tinha adquirido ou descoberto dons únicos para o estudo das runas, apesar de eu gostar mesmo de poções e feitiços. Devido a esse gosto peculiar por runas acabei me aproximando do professor da época, se não me engano seu nome era Frederic Hans. Ele me ajudou a ver as coisas de uma forma melhor, ao menos era o que eu pensava, me mostrou que eu sempre fui deixado de lado pelos Potter e outros, que eles não ligavam mesmo muito para mim, que os Potter sempre tiveram reconhecimento e o que sobrava para a família Weasley? Nada, isso era o que sobrava, um sentimento ruim começava a crescer dentro de mim, era alimentado pouco a pouco, como uma erva daninha prestes a dominar o ambiente que está.

Eu estava com um problema, meus primos, por causa da minha mudança repentina, realmente tinham decidido me deixar sozinho, talvez para pensar, ou outra coisa, aliás, eu quando estava com eles não falava ou quando falava, falava com arrogância, definitivamente eu não era eu, e pouco me preocupava com o bem-estar de qualquer um deles. Começava a enojá-los. Até livros das artes das trevas passei a ler, pegos com autorização do Professor Hans, na biblioteca. Tinha tudo para me tornar um comensal da morte. Foi nessa época que eu soube que Hans era comensal, um dos mais confiáveis pelo novo Lord. Aquilo me deu certo prazer, eu estava sendo treinado pelo melhor comensal ou mais confiável do Lord! Minha áurea passou a ser sombria, não raro passei a usar roupas escuras. Claro que isso foi notado por todos os meus amigos que por alguma razão evitavam se aproximar de mim, somente Liz, Ana, Luke e Matt se atreviam e não raro levavam foras e mais foras, muitas vezes eu até quis duelar com eles. Sim,
que situação lastimável eu me encontrava. Como pude deixar chegar aquele ponto! Minha vida perfeita agora estava destruída! Eu estava transtornado, já não raciocinava direito, já não sabia o que fazia. O mundo estava sendo deteriorado com a ameaça do novo Lord das Trevas que se dizia ser Voldmort e eu sabia que era impossível, visto que meu tio-avô o tinha matado, e eu estava entrando para esse mundo sombrio, sozinho, confuso, disposto a morrer, por quê? Porque não queria viver! Eu estava no meio de uma caverna escura e eu vi a luz. Seu nome? Graziele.

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MensagemAssunto: Re: Weasley, Alex Hugo   Qui Fev 12, 2009 3:12 am

Capítulo 5
> O Vôo da Fenix


"Minha vida já é um inferno mesmo, o que eu perco se for a essa festa?
Acho que nada, então não custa nada nada, mas se Frederic souber que eu fui! Ah, ele não manda em mim, eu mando em mim. E que se dane os outros! Eu vou e ponto final, afinal isso vai provar aqueles sangues-ruins que eu sou melhor que eles!"
- Esse foi o meu pensamento ao me deparar com a questão da festa da sonserina que aconteceria quando eu estava no sétimo ano. Na verdade este foi uma parcela do meu pensamento, não vou colocar as outras partes porque são devidamente impróprias para a ocasião. Enfim, isso foi para vocês conseguirem enxergar o quão mal eu estava. Chamando pessoas que nem conhecia de sangues-ruins. E superior? Em que? Quanta confusão!

Confuso ou não eu acabei indo aquela festa, que bom que eu fui! Cheia, lotada, barulho, amassos, bebidas são algumas das coisas que eu vi lá. A Sala Precisa, onde foi à festa, estava em estado calamitoso, talvez em toda a existência de Hogwarts ela não estivesse tão badalada. Pergunto-me até hoje como os professores não puderam saber da existência da festa com tanto alunos indo para lá e o barulho, isso me faz pensar que eles fizeram vista grossa, mas enfim, isso não é importante agora. Não deu nem dez minutos de festa e eu já estava entediado, até porque não vi ninguém que eu conhecesse e se visse o que adiantaria?

Entediado, alimentado eu não tinha nada mais para fazer naquele lugar, não
estava me divertindo, não sabia o que era diversão há muito tempo. Assim eu me virei e fui andando até a porta, já pensando que realmente tinha sido um grande erro ter ido e gastado galeões sem motivo perfeitamente plausível. Foi nesse instante, nesse espaço de tempo entre eu e a porta que tudo mudou. Aquela cena foi tão importante para minha vida que se faz jus ela aqui ser posta. Eu estava andando até a porta, completamente distraído, vagueando em meus pensamentos, quando uma voz me chama atrás de mim, eu olho, mas para minha surpresa eu não vejo ninguém que pudesse estar me chamando, portanto me viro e continuo a andar, até que eu esbarro em alguém, que cai no cão, sentada:
Alex: -- Você é cega ou o que sang... menina!?
Disse olhando para minha roupa, preocupado se tivesse amassado ou algo
parecido, foi muito cara. Depois de analisar eu olho para a menina que tinha
esbarrado, ela estava tão vermelha e com uma cara de quem ia morrer, naquele momento eu pensei se eu tinha exagerado. Não sei o que foi, mas alguma coisa naquela menina me mudou, alguma coisa nela me fez voltar a realidade, o que eu estava fazendo? Sem graça e voltando a realidade eu olhei para ela e um pouco vermelho disse, ajudando-a a levantar:
Alex: - Desculpe... eu...- disse balançando a cabeça - eu não ando nos meus melhores dias!
Grazi: - Eu sei!
Disse a menina quase que automaticamente a minha fala. Aquilo me deixou um pouco espantado. Ela sabe? Como? Ela, minha luz. Eu ainda um pouco confuso disse:
Alex: - Como assim sabe?
Ela ficou de todas as cores possíveis, percebendo o que tinha falado, aquilo de certa forma foi engraçado. Nos momentos seguintes foi ela tentando se desculpar pelo esbarro e se explicar pelo que tinha falado, em vão pelo que eu pudenotar. Assim logo falei:
Alex: - Eu acho que te conheço. Graziele Pelegrine, certo? Do trem!
Sim eu tinha lembrado dela do Expresso, talvez a primeira vez que tivesse
notado a sua presença. Ela estava muito tímida, nervosa, com medo, mas isso aos poucos foi passando, fomos envolvidos numa conversa. Eu acabei esquecendo minha raiva, meu ódio, minha vontade súbita de ir embora. Eu olhava aquela menina, tão bela, tão meiga, tão sensível.

Durante muito tempo eu estudei e estudei quando me fechei para o mundo. E uma das coisas que me fascinaram foi o modo como a Fenix é, o jeito de renascer das cinzas e reconstruir tudo de novo, toda a sua vida. Naquele momento, ali, com Graziele, eu fui à própria fenix, ressurgindo qual águia, das cinzas. Grazi de alguma forma reviveu em mim algo a muito adormecido, mas por alguns instantes ela me fez lembrar a Joy, o que me deixou com muita raiva e vontade de virar e sair, mas me contive, afinal ela não era Joyce, era diferente. Era minha luz!


Capítulo 6
> Uma grande caixa de surpresas


Hoje, analisando aqueles tempos eu vejo que eu precisava de alguém que tivesse paciência, que me suportasse, que me escutasse, eu precisava de ouvidos e Graziele meu ofereceu isto. Nós conversamos muito durante aquela festa, eu acabei contando a ela tudo o que me ocorreu, é claro que muitas coisas ela já sabia por estar me acompanhando, mas outras ainda não. Ela ficou muito espantada com a maioria das coisas que eu contei, de tudo o que eu estava passando, de Joyce, apenas não contei do Hans, mas contei também que até as artes ocultas tinha procurado. Ela se mostrou uma grande amiga naquele momento. Me aconselhou, se isso é possível, tentou me fazer voltar atrás. Suas palavras soaram como canções aos meus ouvidos. Talvez ela disse o que eu estivesse esperando escutar durante anos. O resultado foi que naquele dia eu acabei ficando com ela. Nossa, lindo, incrível! Foi quase perfeito, tirando o barulho da música, o lugar e as pessoas, mas mesmo assim foi tudo. Sentir o calor de alguém próximo a mim novamente, senti-la em meus braços, sentir seu corpo. Não encontro as melhores palavras.

Nos dias seguintes nós não ficamos mais, mas agora era tudo diferente. Eu fazia questão de falar com ela todo o dia, ficava horas a fio conversando sobre assuntos que nem eu imaginava poder existir. Meu semblante havia mudado, meu espírito também, eu sorria, eu estava alegre. Voltei a me aproximar dos meus primos, que ficaram felizes com a minha melhora e jogaram piadinhas com a minha "futura namorada", era como se referiam a Grazi. É claro que eu falava que nós éramos apenas amigos, que ela era minha amiga e nada, além disso, mais no fundo eu sabia que podia estar gostando dela.

E o Professor? Bom, no início ele me pressionou, mas depois nunca mais o vi. Segundo o Diretor ele tinha tido de pedir licença devido a problemas
particulares. Eu achei muito estranho e desconfiava o motivo real, mas enfim, deixei para lá. Até porque eu conhecia a identidade de um comensal da Morte.

A minha vida estava aos poucos voltando a ficar colorida, o preto e branco
estava sumindo. Eu podia me acostumar com a presença de Grazi, como passei a chamá-la. Eu ainda não entendia completamente o que sentia por ela, talvez estivesse com medo de entrar em outro relacionamento novamente, talvez... não sei. Ainda estava confuso. E como a vida é uma grande caixa de surpresas, a minha confusão aumentou ainda mais.

Nós já estávamos no final do sétimo ano, era o mês de outubro/novembro pelo que me lembro. Eu e Grazi não podíamos estar em melhor amizade que aquela. Nos víamos todos os dias, conversamos muitas horas, sentávamos juntos quando tínhamos aulas juntos. Até os amigos passamos a dividir, ela começou a se inturmar com os meus primos aos poucos. Entretanto isso ficou abalado quando Joy resolveu voltar. O meu mundo perdeu o chão, novamente.

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MensagemAssunto: Re: Weasley, Alex Hugo   Qui Fev 12, 2009 11:40 pm

Capítulo 7
> Quem disse que amar é fácil?


Já sentiu alguma vez a sensação de já ter visto uma coisa ou passado por uma situação antes? Bom, eu sim. Sim naquele momento. Eu e Grazi estávamos sentados na mesa da Lufa-Lufa conversando e por um instante foi como se o ar tivesse parado de circular naquele grande salão, como se as vozes de todos os alunos tivessem sido reduzidas a murmúrios. Eu olhava para a porta do salão não acreditando em meus olhos, ali, parada na porta, como que procurando por alguém, estava Joy.

Acho que foi tanto tempo imaginando, sonhando com aquela cena que talvez pensasse que já tivesse passado por aquilo antes. 'Joy entrando no salão, os cabelos esvoaçando num vento imaginário, correndo em minha direção e pedindo desculpas, pedindo para voltarmos, eu dizendo sim numa felicidade esplendorosa'. Uma voz me chamando, faz-me voltar à realidade, era Grazi. Pelo visto eu tinha ficado estatelado como se tivesse sido atingido por uma azaração. Eu disse que estava tudo bem, e ela acompanhou meus olhos e viu quem estava de volta. Seu sorriso desfaleceu. Parecia que eu estava lendo seus pensamentos pois o meu sorriso também se tinha acabado. Confesso que tive vontade de ir lá falar com Joy, perguntar o que aconteceu, por que voltou, mas me contive, simplesmente virei e continuei conversando como se nada tivesse acontecido. No entanto eu sabia que não poderia adiar o encontro com Joy por muito tempo. E esse tempo chegou rápido.

Era noite, eu estava no dormitório, sentado na cama, encostado na parede,
fitava o ar como se tivesse em transe, eu estava pensando, pensando em tudo, no passado, no presente e no futuro. Ouço batidas na porta e quando olho era Joy pedindo licença, se podia falar comigo. Não tive outra saída, outra escolha, era agora ou nunca. Eu e ela conversamos durante algumas horas, longas horas aquelas. Falamos de sua partida, de suas palavras, de mim, de nós, de seus pais e... e de Grazi. Eu disse que estava muito confuso com o que estava acontecendo, ela foi embora assim tão, tão... suas palavras foram como estocadas duma espada em meu peito, feriram, doeu, machucou. O resultado foi que ficamos de conversar um outro dia, era necessário pensar e deixar as coisas se acalmarem.

O assunto não foi resolvido imediatamente, conversamos por dias seguidos
tentando encontrar uma solução e ela foi encontrada, entretanto os beneficiados não foram todos. Eu e Joy voltamos, decidimos permitir uma nova chance aos nossos corações, eu fiquei feliz, afinal não era o que sempre quis e sonhei? Não era isso? Não é fácil, mas quem disse que amar é fácil? Já estava decidido, mas e Grazi? Bom, ela continuou sendo minha amiga, eu a considerava amiga tanto quanto antes e isso não mudaria pela chegada de Joy, ela era minha amiga, minha luz, hoje e para sempre irei lembrar dela, mas nossas conversas já não eram tão freqüentes, nossos sorrisos já não eram os mesmos. Eu e ela havíamos mudado.

O ano letivo terminou assim, eu e Joy juntos, minha amizade com Grazi abalada. Eu sabia que somente eu podia ao menos tentar resolver isso, eu queria, mas talvez não tivesse a força necessária para conseguir, para lutar, talvez eu não fosse tão forte assim como imaginei! O que eu estava reclamando? Eu não estava feliz? Eu não amava Joy mais que tudo e todos? A resposta mostrou-se deveras perturbadora.

Capítulo 8
> Uma história bem contada, é contada duas vezes


Quando chegamos ao fim começamos a pensar no começo, em tudo o que fizemos ou deixamos de fazer, olhamos para trás, rindo com as lembranças alegres ou as situações constrangedoras, supomos que poderíamos ter reagido de uma forma diferente algumas vezes e inevitavelmente comparamos o passado ao presente. Eu amava Joy, eu sempre a amei desde o primeiro instante que a vi na biblioteca, mas o nosso namoro já não era o mesmo, nós já não éramos os mesmos. Muitas coisas haviam acontecido e o amor verdadeiro, suporta todas as coisas, acredita em todas as coisas, persevera todas as coisas, o meu foi assim, nunca desisti completamente dela, mas ela não o fez, ela havia me deixado, ela havia
desistido, não suportou, não acreditou, não perseverou. Eu havia magoado uma pessoa, uma grande multidão de pessoas, eu não gostava disso, eu não queria ser assim, mas a vida é feita de escolhas e eu tive de escolher.

Hogwarts tinha acabado, as férias tinham chegado, eu estava na França, na casa de meus avós maternos, com meus pais, sozinho, ou ao menos sem Joy. Não existia mais Joy em minha vida. Eu e Joy terminamos por completo um pouco antes, acho que no meio das férias. Decisão dos dois, o motivo? Bem, desculpem, mas isso é particular demais, quem sabe um dia vocês venham a saber? O interessante é que apesar de termos terminado, eu não estava triste, eu não estava desanimado ou a ponto de entrar em depressão bruxa, não estava com ideais de ódio ou vingança, não me fechei ao mundo. Estava bem, curtindo os meus restos de férias com a minha família, foi à primeira féria sem os Novos Marotos estarem reunidos! Eu havia amadurecido, não era mais uma criança, era um adulto com alvos e responsabilidades.

Bom, eu ao menos nas férias não vi nem ouvi falar de Joy. E Grazi? Bom, eu
recebi e mandei algumas corujas nessas férias, contei o que tinha acontecido, onde estava, ela me contou também sobre ela. Estávamos melhores e era bom saber que mesmo depois de tudo, nós não havíamos perdido a amizade ou a comunicação, afinal sempre vai haver corujas, a menos que invente outro meio de enviar correspondências! Eu me espantava com a idéia de que não voltaria mais à Hogwarts novamente, até hoje me espanto ainda. Eu fechava uma etapa da minha vida.

O fim? Nunca é o fim, por quê? Porque uma história bem contada, é contada duas vezes. Era apenas início de uma nova era, novos caminhos se abriam, novas aventuras. Hogwarts se foi, dando lugar a um mundo novo, um mundo desconhecido, onde somente o futuro pode nos revelar. Talvez novos romances, talvez novas marotices. Eu estava entrando agora para a Universidade Poor Caravell, uma nova etapa, uma nova história, ou não?

O que posso dizer? Fui privilegiado, apenas isso? Por quê? Acompanhem meus textos para saber! Very Happy

By
Alex Renéior Hugo Ronald Weasley

“Eu Alex, li e concordo com as regras gerais do Poor Caravell. Responsabilizo-me por todas as atitudes do meu personagem, Alex Weasley,
e estou de acordo com a participação do mesmo em possíveis situações
impostas pelo narrador, de forma a contribuir com a trama central”



Acho que terminei agora minha históra pessoal. Obrigado pela paciência, viu? Very Happy

Fim
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MensagemAssunto: Re: Weasley, Alex Hugo   Sex Fev 13, 2009 12:56 pm

Boa Tarde Sr. Weasley, hoje serei eu que irei seleciona-lo. Não sou um chapéu mas posso dizer que sou tão eficiente quanto um...

Cannon... como eu adoro cannons! Particularidade OK, Avatar liberado.

Em Fears and Defects tudo certo... Só me resta a observação... o que o Sr. iria fazer no BraZil?? O.O Provavelmente salvar os pobres trouxas... Tadinho deles! Meu coração real fica comovido com sua bondade!

Curso de Medi-Bruxo Liberado, Niem's distribuidos corretamente... Atributos OK.

Quanto a História WOW!! O senhor deveria tentar o curso de Jornalismo, mas quem sou eu pra opinar? Já que quer o Medi-Bruxo aproveite e escreva um livro... mas use termos leigos, por favor. Pois apesar de ser Rainha ainda sou uma pobre mortal que odeia linguagem difícil... Texto muito bem escrito, sem erros de digitação. História divina. Foi um prazer lê-la, Sr. Weasley.

Seja Bem-Vindo a Ômega Kappa
A Poor Caravell University lhe aguarda ansiosamente
Aguarde a Liberação

Att.
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MensagemAssunto: Re: Weasley, Alex Hugo   Qui Fev 19, 2009 9:51 pm

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Por motivos de força maior terei de modificar meu avatar.
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MensagemAssunto: Re: Weasley, Alex Hugo   Hoje à(s) 6:45 am

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