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Seja bem-vindo ao Evidences RPG. Já parou para imaginar uma Universidade Bruxa? A época de transição dos personagens da adolescência para a vida adulta. Misturado com suspense e drama, esse RPG mostra o mundo de J.K. Rowling visto por outra perspectiva. Junto com magia e suspense, Poor Caravell é uma ex-fortaleza para refúgio de guerra que guarda muitos segredos. Assassinatos, pistas, anagramas. Sua resolução? Não há. Quem terá de ser o detetive, desvendar as pistas e ver o que há por trás de vários assassinatos nesta Ilha, não será só o seu personagem, mas você também. Venha desvendar o jogo de códigos.
25/12/49
Tarde
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Ano: 2049
Dia da Semana: Sexta-Feira
Mês: Dezembro
Lua: ------
Estação: Inverno
Previsão do Tempo e Ações do Período: A neve volta a cair sobre os terrenos da PCU. Um vento gélido sopra na direção sul, pouco convidativo a sair das Fraternidades. Finalização das ações da Manhã.
Duração do Período: 06 de Maio até 20 de Maio.
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Evidences RPG - The Newborn Age

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 BASTET, Cleópatra Sekhmet

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AutorMensagem
Cleópatra S. Bastet
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MensagemAssunto: BASTET, Cleópatra Sekhmet   Sab Fev 14, 2009 12:37 am

The Player Behind The Character__
Player: Nic Again
Idade: 18
Cidade: Lisbon
Já jogou com a Equipe Dissendium antes? yesss
Como descobriu o Poor Caravell? li na borra de chá

The Character__

Important things about


Nome Completo: Cleópatra Sekhmet Bastet
Idade: 18
Data de Nascimento: 12/04/2031 ou 33a.C. (mas eu são sou tão velha assim, ta... fiquei em estase... pra mim o tempo não passou!)
Nacionalidade: Egipcia
Sangue: Mestiça
Particularidade: Lincantropo
Photoplayer/Avatar: Aishwarya Rai
Family and Others

Filiação: Necbet Skhmet e Consu Bastet (adotivos) Cleópatra Philopatros VII e Gaio Júlio César (biológicos)
Irmãos: Não
Outros Familiares: Não
Família (em caso de Herdeiros/Tradicionais): Não
Fears & Defects

Manias: Manias Bater palmas quando está ansiosa, feliz ou estasiada... Mania de pegar meu livro e folhea-lo... mesmo que eu ainda não tenha traduzido a página. Mania de usar preto.
Qualidades: É uma pessoa que você nunca encontrará triste, muito inteligente, amorosa e sincera. Sempre fala o que pensa... è muito corajosa e tem atitude até demais
Defeitos: Timidez extrema, Gagueja quando ta nervosa, Vergonha de ser Lincantropa.
Medos: Descobrirem sua Lincantropia. Morrer. Matarem seus pais. Medo de roubarem seu livro.
Sonhos: Descobrir a cura pra Lincantropia. É um sonho impossivel... mas ela queria conhecer seus pais biológicos. Terminar de traduzir o livro.
Aspirações: Se casar, ter filhos e ter uma vida perfeitamente normal.
School Years



Academia de Magia: Tutankamon Witchcraft School
Casa/Associação: Falcus
Méritos Escolares (monitoria, capitania) Não

Curso desejado: Relações Diplomáticas Com Trouxas
NIEM's obtidos nas matérias do Curso (23 pontos de distribuição, mínimo 1, máximo 6):
Estudo dos Trouxas 6


Fraternidade desejada: Ômega Kappa

What doesn't kill you makes you stronger


Atributos pessoais (43 pontos de distribuição, máximo 8, mínimo 1)
(+ 6 pela Licantropia)
Força Física 4 + 1 =5
Inteligência 8
Agilidade 7 +1 =8
Reflexos 7 +1 =8
Equilibrio 5 +3 = 8
Influência 8
Popularidade 4
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Cleópatra S. Bastet
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MensagemAssunto: Re: BASTET, Cleópatra Sekhmet   Qua Fev 18, 2009 11:47 pm

Making a Memory



História do Personagem, mínimo de 30 linhas, da infância á Faculdade.


Capítulo 1 > O começo?

Minha história? Bem… ela começa no Egito, no ano de 30 a.C. Mas começamos pela parte cronológica que me lembro nos “tempos modernos”

Minha mãe e meu pai, os milionários Bastet, muitos conhecidos do Egito, sempre foram os melhores pais do mundo. Eles eram trouxas, donos de uma empresa multi-milionária de computadores, e eu fui criada com todos os luxos que se possa imaginar. Durante toda minha infância coisas muito estranhas me aconteciam… o que faziam meus pais ficassem possessos com as amas. Pois a maior parte das vezes eu levitava, os livros flutuavam e caiam pra cima de mim e até, em certa ocasião quando eu tinha 6 anos, eu fui flutuando da torre onde ficava meu quarto até o quintal. Eu sempre achei isso tudo muito divertido e… normal. Afinal, não tinha muitas amigas pois minha mãe não me deixava sair de casa para tê-las… Na realidade não tive contato com nenhuma criança durante minha infância. Tinha professores particulares, instrutores particulares, técnicos particulares… tudo de particular eu já tive… E nos tempos livres eu me enfiava na biblioteca para ler meus romances ou para ver novelas. Também gostava de cantar uma musiquinha ao piano… sendo que ela todos diziam que a musica não existia… que não sabiam de ninguém que a tivesse composto. Durante toda minha infância aprendi 5 idiomas (Egípcio, Latim, Inglês, Francês e Alemão).



Capítulo 2> Descobertas... De onde eu vim?

Bem… mas uma hora tudo mudou… 4 meses antes do meu décimo primeiro aniversário recebi uma carta que virou minha vida de pernas pró ar. Era uma carta de uma escola de magia Egipcia, a Tutankamon’s Witchcraft School. A primeira carta minha mãe achou que era trote… porem eles mandaram alguém. E foi o diretor que feio pessoalmente. Prof. Harsaphes explicou aos meus pais o que era bruxaria e que eu era uma delas. Minha mãe tava quase tendo um treco e expulsando o diretor de la quando ele viu que eu estava espionando atas da porta e começou a fazer as coisas levitarem no meio da sala. Mamae desmaiou e eu entrei na sala fascinada gritando “Ei!! Eu sei fazer também!! Mas eu não preciso desse pauzinho!”. Ele sorriu e começou a me explicar o que aquele “Pauzinho” e me explicou que eu era uma bruxa e eu gostei muito! Foi nesse momento que mamãe acordou e expulsou ele de la… Nessa noite eu e meus pais tivemos nossa primeira discução. Eu queria saber de onde eu tinha herdado minha magia e eles só respondiam “Não sabemos!!” e eu gritava de volta “Como vocês não sabem? Eu sou filha de vocês!!”… Eu sai furiosa da sala e tranquei o quarto. Chorei a noite toda. Na manhã seguinte eu já sabia que estava alguma coisa errada quando encontrei papai a mesa de café. Ele NUNCA tomava café com a gente porque estava muuuuuuito ocupado no trabalho. Comemos calados e assim que as empregadas terminaram de tirar a mesa eles contaram tudo… Na moral, quase pirei. Eles me contaram que eu era adotada. Que minha mãe não podia ter filhos e que eles queriam uma menininha e acabaram me encontrando no orfanato. Chorei, chorei muito, durante semanas. Mas enfim perguntei em que orfanato eles haviam me adotado e fui com eles até la. A moça do orfanato era muito simpática e me atendeu com muita boa vontade. E me contou a história de onde eu tinha sido achada. Ainda lembro das palavras: “Você foi encontrada dentro de uma tumba, por arqueólogos que estavam estudando um modo de entrar na câmara principal. A srtª tem muita sorte de estar viva, visto que aquela tumba estava fechada e ninguém sabe como você conseguiu entrar lá! A senhorita so sabia falar o nome Cleópatra, então foi esse nome que nós te demos”. Eu pedi o local da tal tumba para a mulher e ela meio contrariada procurou saber. Demorou uma semana para o endereço chegar… E assim que chegou eu parti em uma caravana para o meio do Vale dos Reis.

A viagem cansativa… meus pais queriam tirar férias para me acompanhar mais eu recusei… queria descobrir isso sozinha. Passei a viagem toda com aquela frase cliché na cabeça “De onde eu vim? Para onde vou?” De onde eu vinha eu não sabia… a um mês atrás eu poderia ter certeza que era filha dos meus pais adotivos… mas agora era uma incógnita… e para onde eu ia? Será que eles iam me querer depois de descobrir que eu alem de ser bruxa poderia vir de um lugar que eles não aceitassem? Perguntas martelavam na minha cabeça até o guia vir bater na porta da picape em que eu estava para dizer que tínhamos chegado. Ele fez de tudo pra me acompanhar, mas eu estava tão determinada que ele me deixou ir sozinha. Entrei na tumba com um certo medo, assim que pisei no corredor o medo acabou e eu comecei a me lembrar…
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MensagemAssunto: Re: BASTET, Cleópatra Sekhmet   Qua Fev 18, 2009 11:54 pm

Capítulo 3> Lembranças

Uma mulher corria pelo mesmo local que eu havia acabado de passar, ela estava cheia de ouro, claramente era uma rainha. Havia uma criança em seus braços, uma jovem com a pele branca e os cabelos negros, tipicamente egípcios. Porem essa menininha tinha olhos azuis. “Essa menina… essa menina… SOU EU!!” A mulher corria… havia vozes, vozes gritando… Porém não se dava pra distinguir ao certo as palavras. A mulher chorava, e continuava correndo cada vez mais pra dentro da tumba. A mulher corria com a criança em seus braços e eu corria logo atrás. Chegamos a um beco sem saída… A mulher tateou uma parede vazia invisível “invisível? Estou alucinando? Será que era aqui que ficava a parede que a mulher do orfanato disse que derrubaram pra entrar?” Por fim a mulher pareceu achar o lugar certo e abriu a “porta”. Estávamos numa câmara gigantesca com o teto alto, cheia de colunas meio caindo aos pedaços e inteiras ao mesmo tempo. “Céus eu estou alucinando… mas não quero sair… não agora!” a mulher se abaixou em uma tumba aberta que havia no meio dessa câmara. E depositou a criança, que estava muito assustada. A mulher foi até uma parede que estava encrustada de pedras preciosas formando o desenho de Nefertiti. Contou algumas pedras no chão e pisou em uma específica. A parede sumiu e no lugar dela apareceu algo no estilo de um altar, onde a mulher colocou um grosso livro que ela havia retirado de dentro das vestes. Ela se afastou e voltou a pisar no tijolo, fazendo a parede reaparecer. A mulher voltou para perto da criança. As duas começaram a falar… mas as palavras não não saiam da boca das duas… e sim da cabeça de Cleo

- Ísis, fique aqui… eles não podem te pegar… Depois mamãe volta

- Não mamá… não quero… quero ir com a senhora e com papá…

- Meu bem… é só um pouquinho…

- Mas aqui que feio mamá… e a senhora tinha dito que aqui era onde se guardavam os mortos… eu to morta mamá? Eu vou morrer?

Lágrimas começaram a cair pelo rosto da mulher

- Não meu bem… eu estou tentando evitar que isso aconteça… mamá vai te proteger, Ísis, custe o que custar! Tá vendo aquela parede que mamãe colocou o livro? Se eu não voltar quero que você pegue o livro, certo? É muito importante! Mas não deixe ninguém ler. NUNCA! Certo querida?

- Ce-certo mamá… Mas fica aqui comigo…

- Não posso amor… Mas mamãe volta… Eu so vou ninar você… ta na hora de dormir, meu bem…

E a mulher começou a cantar… “Ela canta a mesma música que eu toco ao piano… meu deus… meu deus!!” Eu já estava chorando… a mulher começava a chorar também… a criança já havia adormecido, mas a mulher continuava a fita-la cheia de lágrimas nos olhos

- Mamãe só faz isso pra te protejer meu amor… Eu só queria que você não esquecece de mim… queria poder ter ouvido você falar o nome da mamãe… queria ter te ouvido dizer “Cleópatra”…

Então a mulher pegou a varinha de dentro das vestes e murmurou um encantamento, aparentemente complicado. Nesse instante, eu já cheia de lágrimas nos olhos, estendi a mão para a minha… mãe?... Mas assim que meus dedos iam encostar em seus cabelos… a cena sumiu…

Depois de muito chorar ali em cima daquela tumba vazia, que um dia eu havia estado, eu fui até a parede... que já não tinha mais nenhuma pedra preciosa, eu peguei o livro, que era muito mais pesado que eu imaginava, coloquei dentro burká que eu estava vestindo pra andar no deserto e fui embora

Capitulo 4> O Livro

Bem… assim que cheguei em casa me tranquei no quarto para ler o livro, afinal não ousei le-lo na viagem… Porem para o meu expanto ele estava todo escrito em hieróglifos. Então eu comecei na “missão” de traduzir o livro deixado por minha mãe. Mas foi nesse meio tempo que o diretor da escola foi outra fez la em casa, e dessa vez fui eu que falei com ele. E depois convenci meus pais a me deixarem ir. E na escola eu encontrei muito mais auxilio na tradução do livro que em minha biblioteca. Descobri coisas muito interessantes sobre meu passado. Como por exemplo, meu nome na verdade é Ísis. Nasci em 12 de abril de 33 a.C. Sou filha de Cleópatra Philopátor VII e Caio Júlio César. Fui concebida pela união dos dois na viagem de César ao Egito. Só que ninguém em Roma sabia que Cleópatra era uma bruxa, e quando descobriram mandaram mata-la e matar a mim também. Ela conseguiu me proteger na tumba, porem ela teve o pequeno “suicídio” com a serpente. Ela me colocou em estase na tumba com um feitiço muito antigo e protegeu o livro de forma que só eu pudesse abrir o altar. Contava a história de que ela estava apaixonada por César e que ele também a amava, só que a familia era contra. Porém ninguém sabe de nenhum desses segredos guardados a mil chaves.Só essas informações básicas estavam em Hieróglifos muito mais “recentes” que o resto do livro… Quando a tradução começou a complicar eu não dei ouvidos aos conselhos de minha mãe e mostrei o livro a um professor de história da magia. Bem… minha vida estava prestes a mudar… e dessa vez era pra pior… muito pior...]
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MensagemAssunto: Re: BASTET, Cleópatra Sekhmet   Qua Fev 18, 2009 11:56 pm

Capítulo 5> Licantropia

Será que ter mostrado o livro para o professor e uma semana depois ser atacada por um lobo duas semanas depois é mera coincidência? Pois se pensou que sim estava enganado. O ataque FOI por causa do livro. Porque eu sei? Simples… o maldito falou… achando que estava fraca demais para sobreviver… O homem de negro que chegou com um lobisomem preso por feitiços e exigiu o livro. Ainda me lembro de suas palavras… ainda ecoam em meus ouvidos toda noite…

- Onde você botou o Livro de Rá? Eu sei que está com você pirralha! Onde você achou? Ou você quer que ele acabe com sua vida de uma vez? Não vai ser muito agradável você viver com seus pais trouxas transformada em lobo, não?

Bem… eu não entreguei o livro… ele me mordeu, me machucou até não poder mais, me torturou e sem a informação que queria foi em bora furioso e jurando vingança. Mas ele tinha razão… Não foi nada fácil explicar para os meus pais que eu tinha sido vítima de um lobisomem… eles já haviam aguentado tantas “esquisitices” por minha causa… e eu nem era filha deles de verdade… Adiei o momento o máximo possível, foram as piores 3 semanas da minha vida… eu ainda estava no hospital, quando eles vieram… Eu contei sobre uma parte da história do meu passado, que eu havia ficado em extáse, algumas partes do meu passado (nada que pudesse coloca-los em perigo) e finalmente contei sobre a licantropia… Meu deus… nunca imaginei que eles pudessem ser tão compreensivos com isso. E logo depois a primeira lua cheia… meu deus… foi horrível… eu tinha tomado a poção mata-cão, mas a dor que é se transformar… vocês não fazem ideia… e depois… quando termina a dor e você se olha no espelho e vê aquele reflexo… aquele monstro refletido no lugar onde você deveria estar…

Depois disso me fechei para o mundo não pegava mais no livro, que agora eu sabia que se chamava Livro de Rá, não estudava, não saia do quarto praticamente… Foram as piores férias que alguém poderia ter… Não parava de pensar: “Cara… eu tenho 15 anos… quem é o animal que faz isso com uma menina de 15 anos?”



Capítulo 6> Mudança

Bem… o resto de maus anos escolares passei enfurnada no quarto… afinal não consegui dar as costas ao meu passado… voltei a traduzir o livro… e encontrei uns feitiços muito legais nele… feitiços egípcios antigos… mas em compensação de uma garota alegre e decidida, virei ultra tímida e encabulada.

Eu estava prestes a ingressar em uma universidade bruxa egipcia recem-inalgurada quando fui obrigada a sair do Egito… Meus pais foram sequestrados pelo mesmo cara que havia mandado o lobisomem me morder… eles ficaram 2 semanas no cativeiro… eu dava graças a deus todas as noites por não ser noite de lua cheia para ele não poder fazer com eles o que fez comigo… Mas graças a todos os deuses do Egito os aurores conseguiram resgata-los a tempo… somente um pouco abalados e muito torturados… meu deus… me culpei tanto… quase entreguei o livro para eles…

Mas ai veio a grande decisão… “temos que nos mudar!”

Não posso dizer que foi fácil sair do Egito… o lugar onde eu nasci, cresci e vivi minha vida toda… Mas me mudei… Inglaterra aqui vou eu… Estudar na Poor Caravell Univercity… Será que vou conseguir me livrar do cara que quer meu livro? Será que mais alguém vai querer maus livro? Será que vão descobrir minha licantropia? Tantas perguntas… tão poucas respostas
“Eu (Nic), li e concordo com as regras gerais do Poor Caravell. Responsabilizo-me por todas as atitudes do meu personagem, (Cleópatra S. Bastet), e estou de acordo com a participação do mesmo em possíveis situações impostas pelo narrador, de forma a contribuir com a trama central”
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MensagemAssunto: Re: BASTET, Cleópatra Sekhmet   Hoje à(s) 6:47 am

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