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Seja bem-vindo ao Evidences RPG. Já parou para imaginar uma Universidade Bruxa? A época de transição dos personagens da adolescência para a vida adulta. Misturado com suspense e drama, esse RPG mostra o mundo de J.K. Rowling visto por outra perspectiva. Junto com magia e suspense, Poor Caravell é uma ex-fortaleza para refúgio de guerra que guarda muitos segredos. Assassinatos, pistas, anagramas. Sua resolução? Não há. Quem terá de ser o detetive, desvendar as pistas e ver o que há por trás de vários assassinatos nesta Ilha, não será só o seu personagem, mas você também. Venha desvendar o jogo de códigos.
25/12/49
Tarde
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Ano: 2049
Dia da Semana: Sexta-Feira
Mês: Dezembro
Lua: ------
Estação: Inverno
Previsão do Tempo e Ações do Período: A neve volta a cair sobre os terrenos da PCU. Um vento gélido sopra na direção sul, pouco convidativo a sair das Fraternidades. Finalização das ações da Manhã.
Duração do Período: 06 de Maio até 20 de Maio.
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Evidences RPG - The Newborn Age

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 GOLDSTEIN, Juliet Mary

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Juliet M. Goldstein
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MensagemAssunto: GOLDSTEIN, Juliet Mary   Qui Fev 26, 2009 6:48 pm

The Player Behind The Character__
Player: Geh
Idade: 18 Aninhos
Cidade: Ouro Preto
Já jogou com a Equipe Dissendium antes? Sim, sim
Como descobriu o Poor Caravell? Segredo

The Character__

- Important things about -
Nome Completo: Juliet Mary Goldstein. Ao contrário da maioria, tive meu nome escolhido pelo meu pai de criação. Sim, normalmente isso costuma ser tarefa da mãe, mas esta por sua vez decidiu prestar uma homenagem ao homem que tanto a ajudou. Confesso que tive sorte, se fosse Margot que tivesse eleito algum nome para mim, muito provavelmente eu seria a pessoa com o nome mais estranho da face da terra.
Idade: Não tem como negar que o tempo realmente passa rápido. Outro dia mesmo eu estava por aí, aprendendo a falar e dando os primeiros passos. Hoje, olhem só pra mim, já sou adulta e dona do meu próprio nariz - It's fantastic. Estou no auge dos meus 20 anos, muito bem vividos por sinal.
Data de Nascimento: Bem, nasci no dia 15 de Março de 2029. Talvez seja por isso que eu tenha me apegado tanto ao número 15, o considero como meu número de sorte - não que já tenha ganho alguma coisa em função dele, mas bem, o que vale é a intenção.
Nacionalidade: Acho sempre um prazer falar do meu local de origem, ele é tão incrível, absolutely perfect. Nasci em Vancouver, Canadá. Morei lá por um tempo considerável - só saindo quando fui estudar em Londres - e tenho boas recordações. Ah sim, ainda pretendo voltar definitivamente para lá, a cada dia que passa tenho mais certeza de que a Inglaterra não é exatamente um "lugar para mim".
Sangue: Bem, falar do meu "sangue" não é exatamente meu tema preferido para uma conversa, ele trás a tona certos fatos que eu preferiria esquecer, mas enfim, para não sofrer muito com esse tópico da conversa, falarei sem muito rodeio. Eu sou mestiça. Minha mãe Margot é totalmente trouxa, meu pai de sangue que me garantiu o talento para magia.
Particularidade: Bem, além de ser uma bruxa eu não tenho mais nada em especial.
Photoplayer/Avatar: Vocês podem até duvidar, mas alguns até acham que eu sou um clone da Taylor Swift. Que mara *-*

- Family and Others -
Filiação: Bem, sou filha de Margot Winchester e Albert Freheit - se vocês quiserem esquecer o segundo nome, sintam-se a vontade, eu própria não faço muita questão de lembrar. Devido fatores realmente relevantes, prefiro que considerem como meu pai, o homem que me criou. Ah claro, estou falando de Robert Brandon Goldstein - um verdadeiro gentleman.
Irmãos: Não, mas sempre tive vontade de tê-los, na verdade talvez seja um desejo louco, visto que todas as minhas amigas que os tem dizem que é maluquice minha e que o sonho delas eram ser filhas únicas. O fato, é que minha mãe e Robert não têm exatamente um casamento cheio de amor, a ponto de me proporcionarem um irmão - se é que me entendem.
Outros Familiares: Bem, eu nunca conheci a família de Albert, meu pai de sangue - na realidade nem ele eu conheci - por isso, não considero a parte paterna. Com relação a minha mãe, toda a família ainda continua na província Colombiana. Sim, tenho tios, primos e todo o resto, mas pouco contato com todos. Levando em consideração a família de Robert, tenho que aturar apenas a minha "tia" Stephanie - totally crazy woman.

- Fears & Defects -
Manias: Eu sou uma péssima avaliadora, acho que escolheram a pessoa errada para falar a respeito, vou ver o que posso fazer, mas não esperem muita coisa.
>> Mexer nos cabelos. Bem, meu cabelo nunca foi do tipo "domado" e confesso que estou nessa luta há exatamente 20 anos. Ao contrário da maioria das meninas que têm o liso perfeito, eu brigo constantemente com o espelho devido aos cachos loiros que estão sempre ali. Em momentos de ansiedade, nervosismo ou até mesmo de tédio, ali está minhas mãos, tentando modelar os cachos e mantê-los no lugar.
>> Conferir a mesma coisa várias vezes. Acho que isto pode ser considerado como mania, right? Digamos que ao sair de casa, eu tenho que conferir pelo menos quatro vezes se tranquei todo o local e peguei a chave. O mesmo acontece com meus livros, por exemplo, quando vou guardá-los na bolsa antes de sair de casa - passados cinco minutos, lá estou novamente, vendo se esqueci alguma coisa. Alguns dizem que este pode ser o início de um Transtorno Obsessivo Compulsivo, será?
>> Rabiscar. É algo totalmente involuntário, não posso estar com um pedaço de pergaminho nas mãos ou em meu campo de visão que tenho que rabiscar qualquer coisa - desenhos, frases soltas, não precisa ter sentido, é só um modo eficaz e constante de passar o tempo.
>> Fotografar. É impressionante o poder que uma máquina fotográfica pode exercer sobre alguém. Gosto de registrar momentos e paisagens - como diz o velho ditado "Recordar é Viver". Sempre que tenho momentos de folga gosto de visitar novos lugares, só para garantir a presença de mais lembranças em meu álbum de fotografias.

Qualidades: Seria mais fácil colocar alguém falando minhas qualidades, isso parece um tanto quanto egocêntrico demais, não é? Sem contar que o que eu posso julgar como qualidade, vocês podem considerar como defeito, mas já que não tem outro jeito...
>> Educada. Bem, isso é uma qualidade, não é? Tratar bem as pessoas, utilizar as famosas "palavrinhas mágicas", tudo isto faz parte do conceito chamado Educação. Confesso que meus pais nunca deram muita folga nesse quesito, sem contar que todos os eventos sociais ocorridos na mansão Goldstein me obrigavam a isso.
>> Inteligente. Acho que as notas exemplares podem confirmar isso. Ter sido Corvina por sete longos anos não foi à toa. Sempre tive facilidade para compreender o que me era passado e um raciocínio rápido.
>> Objetiva. Sabe aquelas pessoas que vão direto ao ponto? Não se perdem em meias palavras e não enrolam para dizer realmente o que quer? Bem, eu diria que sou assim. Aprendi ser prática e direta ao decorrer do tempo.
>> Intuitiva. Já ouviram falar em intuição feminina? Pois bem, eu diria que a minha não é de se enganar.

Defeitos: Ahh, os defeitos... Eu conseguiria passar uma tarde inteira aqui só listando-os. É incrível como conseguimos enxergar nossos pontos negativos mais rapidamente que os positivos. Enfim...
>> Impulsiva. Dependendo da situação, confesso que é praticamente impossível me manter afastada. Não consigo pensar coerentemente quando estou nervosa, acabo por tomar decisões impensadas que não magoam apenas quem está do meu lado, mas a mim também.
>> Perfeccionista. É fato que não consigo largar nada antes de estar cem por cento convencida de que tudo está extremamente perfeito. Cada detalhe tem que estar em seu devido lugar. Sim, passo horas em determinados trabalhos, tudo para garantir que o resultado final será melhor que o esperado.
>> Dona da Razão. Simplesmente não consigo aceitar quando me dizem que algo não era exatamente do jeito que eu pensei. Não mudo de idéia facilmente, por isso bato o pé em determinado assunto até deixar claro que o que eu disse era o que estava correto o tempo todo. Muitas vezes, devo admitir, que estava errada em meus conceitos.

Medos: Eu me declaro como o medo em pessoa, prazer! Sim, meus medos variam desde algo realmente sério, até a coisa mais besta que se pode pensar.
>> Agulhas.Quando pequena tinha verdadeiro terror a qualquer pessoa que usasse um jaleco branco e se apresentasse como "Doutor". Médico, dentista e todo o resto nunca passoaram imunes a minha pessoa sem um momento "lágrimas vão rolar". Vacinas e injeções sempre me causaram verdadeiro pânico.
>> Baratas. Existe algum tipo de ser mais nojento que esses? A resposta é um curto e direto, não. Tenho verdadeiro terror a esses seres, é recomendável que eles não fiquem a uma distância menor que dez metros de mim.
>> Ser dependente. Bem, acho que ninguém deseja isso, right? Pois eu estou incluída nesta lista, não suporto a idéia de ter que depender de alguém para tudo. Quero poder me manter sem precisar de outra pessoa para dar assistência.
>> Fogo. Sim, nao tenho certeza da origem para tal medo, mas desde que me entendo por gente, tenho pirofobia. Já fiz algumas análises para descobrir o por que de tudo isto, mas ainda não conseguimos nenhum resultado totalmente eficaz.

Sonhos: Os sonhos é um dos fatores principais para dia após dia termos força e ânimo para seguir em frente. Ninguém faria nada se não tivesse algum objetivo, algum sonho para realizar, pois bem, eu estou nesse clube. Sou sonhadora nata.
>> Margot conseguir realizar-se profissionalmente.Quem não deseja a felicidade da própria mãe? Ainda mais quando esta já passou por momentos realmente complicados? Um dos meus maiores desejos é ver minha mãe conseguindo evoluir em sua carreira e mostrar a todos que ela é melhor do que eles podem pensar.
>> Ter meu próprio jornal. Oras, tenho direito a querer ser bem sucedida em minha carreira, certo? Não quero ser apenas mais uma jornalista em meio a tantas outras, quero ter meu lugar ao sol.
>> Ter minha família. Sim, eu não quero ser uma pessoa dependente, mas não é por isso que não vá querer ter minha casa, meu marido e meus filhos, right? É o sonho básico da maioria das garotas, eu não sou uma exceção -fato.

Aspirações: No momento existe apenas uma principal, mas bem, vamos citá-la.
>> Concluir meu curso com êxito. Bem, estar no terceiro ano na Universidade já é muita coisa, eu sei. Mas ainda falta um bom pedaço para concluir mais essa etapa da minha vida escolar, portanto, quero terminar meu curso de jornalismo com mérito.

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Juliet M. Goldstein
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MensagemAssunto: Re: GOLDSTEIN, Juliet Mary   Sab Fev 28, 2009 7:38 pm

- School Years -
Academia de Magia: Bem, aqui está incluída a Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts.
Casa/Associação: Corvina de corpo e alma. Corvinal, claro.
Curso desejado: Não podia ser outro, Jornalismo sempre foi o que quis fazer, portanto, "cá" estou!
NIEM's obtidos nas matérias do Curso:
>> Feitiços: 6
>>Transfiguração: 6
Fraternidade desejada: Ômega Kappa. Desde que ouvi falar sobre a Poor Caravell University e suas Fraternidades, sonhei em pertencer um dia à melhor fraternidade que se possa imaginar. Claro que estou falando da OK. Sim, tenho orgulho de ser uma Kappa.
- What doesn't kill you makes you stronger -

Atributos pessoais

Força Física - 4
Inteligência - 7
Agilidade - 5
Reflexos - 6
Equilibrio - 5
Influência - 8
Popularidade - 8
- Making a Memory -
Contar minha história? Bem, não é algo que eu consiga fazer com poucos minutos, requer um pouco de calma e eu confesso que nem eu tenho tamanha cautela, mas bem, acho que podemos fazer um mínimo de esforço.
## My Past...

Para começar, nada melhor que nos basearmos no cenário inicial, o lugar que deu início a tudo e que em partes é responsável pelo que me tornei: minha personalidade, meu jeito, enfim, o que eu sou. Estou me referindo a Vancouver, uma das melhores senão a melhor e mais populosa cidade da província canadense da Colômbia Britânica.

Uma das coisas que mais gostei naquele lugar era o clima. Vancouver possui, no inverno, a segunda mais alta temperatura média do país. Seu verão, no entanto, é um dos mais amenos. Os invernos não muito frios e os verões não muito quentes se devem principalmente ao fato de a cidade estar localizada no litoral.

Acho que já está bem apresentada minha cidade de origem, passemos para o próximo tópico e o mais difícil - meus pais. Sou filha de Margot e Robert Goldstein, minha mãe sempre chamou atenção por tamanha beleza, era jovem e saudável, não tinha aptidão para a magia, mas também nenhum talento para responsabilidade. A partir da adolescência começou a andar com a galera mais estranha do colégio onde “estudava”. Quer a definição de estranha? Pois bem, era o grupo dos irresponsáveis, não levavam nada a sério, eram festas atrás de festas, bebidas e outros vícios.

Entre tantos acontecimentos, brigas com meus avós, minha mãe acabou por sair de casa, nova demais é verdade, o motivo? Foi eu, sim, ela engravidou de um garoto até então desconhecido. Albert Freheit é o nome do meu pai de sangue, mas por não considerá-lo não o citei no início. Minha mãe assim como fazia todos os dias saiu para mais uma de suas festinhas, bebeu além da conta e foi "ajudada" por um homem que a encontrou no meio da rua.

Albert era o tipo perfeito de cara errado, era misterioso e não tinha uma mente que pudesse ser considerada normal, aproveitando da situação e da falta de consciência da minha mãe, não foi difícil iludí-la. Margot, passou a ter um romance com Albert, voltava raras vezes para casa e quando voltava seu estado era deprimente, descobriu bem cedo que o homem com quem vivia tinha certos dons, ele era um bruxo.

Foram dois meses nessa situação, até que Margot descobriu a gravidez, algumas amigas a ajudaram com o teste, que deu positivo. Não querendo acreditar no fato ela procurou por vários outros, que sempre apontaram o mesmo resultado. Antes de falar com meus avós ela decidiu contar a Albert, mas o canalha simplesmente disse que não era o pai e sumiu alguns poucos dias depois.

Meus avós que já estavam a muito tempo cansados de tentar ajudar minha mãe, não suportaram a notícia e a expulsaram de casa. Margot se hospedou uns dias nas casas de algumas amigas mas não podia viver assim pra sempre.

Em uma tarde de janeiro de 2029, enquanto era demitida de mais um emprego, Margot encontrou um homem bem mais velho que ela, era Robert Brandon Goldstein. Robert tinha 34 anos na época, ele tinha uma vida economicamente estável, era solteiro e por talvez força do destino acabou encontrando em Margot uma coisa que nem ela mesmo sabia que existia dentro dela: esperança.

Robert a levou para casa naquele dia, a ajudou com o que precisava e a ofereceu um emprego. Sem condições de negar, minha mãe aceitou ainda que desconfiada das intenções do Goldstein. Os meses se passaram, Robert fazia vista grossa para os vícios de Margot, para que ela não perdesse o emprego, devido à gravidez evidente. Em março ele a levou para a maternidade, minha mãe chorava desesperada temendo o futuro da criança, devido à bebida e ao cigarro - os maus cuidados com a gravidez poderiam causar complicações.

Naquele dia, Robert prometeu a Margot que não deixaria nada de errado acontecer, que ela não estaria sozinha e que ele assumiria a criança. Os motivos que o levaram a tal atitude? Provavelmente a solidão.

Após meu nascimento, eu e minha mãe voltamos para a casa de Robert, em agradecimento Margot o deixou escolher meu nome, então, em homenagem a mãe dele recebi o gigantesco nome de Juliet Mary Goldstein, e como já sabem, recebi também o mesmo sobrenome dele. Era difícil explicar a relação entre Margot e Robert, era mais uma espécie de amizade que qualquer outra coisa - nunca se casaram oficialmente apesar de já viverem como marido e mulher.

Eu cresci na imensa casa do Goldstein, Robert se preocupou com a minha educação e com a reabilitação de Margot, ela passou alguns meses internada em uma clínica especializada – já estava passando da hora de se tornar responsável e se curar de todos os vícios.

O tempo passou, eu já não era mais tão nova assim quando comecei a demonstrar minha habilidade para magia. Margot nunca pensara que pelo fato de Albert ser um bruxo eu também pudesse me tornar - para ser sincera essa foi à única coisa boa que recebi daquele homem.

Aos meus 11 anos, Robert passou a abrigar também sua irmã, grandes gastos a levou a falência, deixando-a na ruína por um bom tempo, sem condições e lugar onde morar, adivinhem onde ela se meteu? Sim, na minha casa. Stephenie era, entre todas as coisas, arrogante - sabia toda a história da minha mãe e não se importava de jogar na cara dela tudo aquilo. Minha presença para ela não era muito agradável, também se acontecesse algo com Robert ela teria que dividir a herança.

Aquela mulher fez questão de substituir as estórias de contos de fadas que eu ouvia, para a estória da vida real, da inveja, da crueldade, me mostrou que no mundo que vivemos apenas os fortes sobrevivem. Talvez ela apenas quisesse me arrastar para o lado dela, mas uma coisa eu acabei aprendendo: nunca deixaria ninguém pisar em mim como ela fazia com a minha mãe, nunca deixaria um homem me tratar como Albert a tratou, e acima de tudo, nunca dependeria de ninguém.

Tenho uma personalidade difícil, não sou levada facilmente. Sou imensamente agradecida pelo que Robert fez não só para minha mãe, mas também para mim e o trato como meu pai, entretanto, eu nunca me permitiria à chance de passar pela mesma situação da minha mãe.

Fui mandada para Hogwarts, para estudar magia, fui obrigada a deixar Margot sozinha com Stephenie na maior parte do tempo. Você deve pensar que minha mãe já é grandinha e sabe se virar, mas bem, eu te respondo: Ela nunca soube. Passo os dias contando que ela esteja de fato curada do vício com as bebidas e que não caia nas provocações da minha falsa tia. Oras, é claro que ela tem grande interesse em ver minha mãe perdendo crédito com Robert.


Tive em Hogwarts sete anos maravilhosos, lá eu pude contar com a presença de amigos e pude me manter afastada dos problemas em casa – é claro, nas férias eu tinha que encarar tudo o que acontecia: um ano era a minha mãe e suas recaídas, em outros eram festas inesperadas de Robert e seus colegas de trabalho. Nada totalmente divertido ou interessante para contar, anyway. O importante é que eu me formei, consegui completar a primeira parte da minha vida acadêmica com êxito. Consegui honrar a casa que pertencia, a Corvinal, tendo notas excelentes tanto nos NOM's quanto nos NIEM's.

## Today...

Após minha saída de Hogwarts, junto com Margot e Robert decidi o que seria da minha vida. Continuar os estudos? Claro, eu não iria abandonar a chance de um futuro brilhante. Após a dúvida sobre estudar em Vancouver ou continuar na Inglaterra para dar seqüência à minha carreira escolar, decidi permanecer na Inglaterra. A princípio cogitei a hipótese de voltar imediatamente para o Canadá, assim eu ficaria mais tempo com Margot, não teria apenas as férias para vê-la, right? Mas tinha um porém, em Vancouver eu teria que ficar muito mais tempo perto da minha tia - o que nunca foi um fato animador.

Com o local decidido, a Universidade foi apenas o próximo passo. Eu não tive dúvidas ao escolher. A Poor Caravell University sempre chamou atenção por sua fama e requinte - para alguém que queria - e quer - ter uma vida profissional magnífica, a Poor Caravell era a porta de entrada para tal.

A expectativa para o primeiro dia fora grande, minha amiga de casa, Samantha Sparks - mais conhecida por Sammy - só iria um ano depois, então, eu tive que enfrentar aquele primeiro ano sem ela. Uma caloura pouco tímida, com desejo de estudos e uma boa conta bancária graças ao padrasto rico. Oras, não poderia ser tão ruim assim, não é? Exato. Meu primeiro sonho fora realizado, consegui uma vaga na melhor fraternidade que a Poor Caravell University conta, a famosa Ômega Kappa, lar de muitos, senão, a maioria dos bruxos influentes.

Meus dois primeiros anos foram animados, engraçados e é claro, cansativo no quesito "estudar". Se tornar uma Jornalista, sonho o qual sempre tive e estou um passo de realizar, requer esforços. Como uma verdadeira Kappa participei das melhores festas realizadas no campus, oras as festas elaboradas por Matthew - atual presidente da OK - são antes de mais nada, perfeitas.

Estou no terceiro ano, minha antiga colega de quarto acabou de se formar, o que significa que eu terei que dividi-lo com uma caloura esse ano. Não é algo totalmente emocionante, mas bem, nunca tive muitos problemas para fazer amizades - espero então não ter muitos problemas. Fontes seguras confirmaram que o nome da mesma é Cleópatra S. Bastet, nome interessante eu diria.

O que eu espero para esse ano? Bom, que continue com a mesma tranqüilidade dos anos anteriores. Aguardo os novos moradores da OK, os futuros aspirantes a se tornarem um/uma Kappa. Mas é como diz o velho ditado trouxa, "O amanhã a Deus pertence"...

“Eu Geh, li e concordo com as regras gerais do Poor Caravell. Responsabilizo-me por todas as atitudes do meu personagem, Juliet Mary Goldstein, e estou de acordo com a participação do mesmo em possíveis situações impostas pelo narrador, de forma a contribuir com a trama central”
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